Elba libera toda sua energia em apresentação no Marco Zero

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Foto: Leo Motta/PCR

Se Alceu Valença pode ser considerado o rei dos carnavais, Elba Ramalho certamente é a rainha. Já são 15 anos encerrando o Carnaval do Recife com maestria, sempre esbanjando muita energia, característica marcante da cantora paraibana.

Sem perder tempo, Elba botou fogo no público abrindo o show com “Frevo Mulher”. Fogos e chuvas de papel picado também marcaram a apresentação. Em seguida, a artista enfileirou sucessos, como “Leão do Norte”, “Arerê”, “Levada Louca”, “A praieira”,  “Voltei Recife”, e o “Hino do Elefante de Olinda”. Na execução da música “Madeira que cupim não rói”, a cantora lembrou o tema do Carnaval deste ano – o circo – e adicionou acrobatas no palco.

Antes de terminar seu show, Elba ainda cantou músicas não tão tradicionais em festas carnavalescas, mas que fizeram a alegria do público, a exemplo de “Ciranda de Maluco”, “Sonífera Ilha”, “Toda Forma de Amor” e “Quando a maré encher”.

Foto: Leo Motta/PCR

Após Elba deixar o palco, maestro Spok fez o que sabe de melhor: deixar os foliões mais resistentes sem forças nas pernas de tanto dançar frevo. Começando com o hino “Vassourinhas”, a orquestra de Spok seguiu tocando canções conhecidas do público, como “Batutas de São José”, “Banho de cheiro” e “Maracatu Atômico”.

“Uma coisa que me alegra nesses quase 15 anos encerrando o Carnaval do Recife é a oportunidade de juntar diversos músicos importantes. Esse ano estamos com Quinteto Violado, Banda de Pau e Corda e Som da Terra, entre outros nomes tão queridos”, disse o maestro, que ainda convidou o cantor André Rio ao palco.